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Petiscos naturais para cães e gatos: o que pode e o que não pode

Petiscos seguros são simples, cozidos sem tempero e dados em pouca quantidade. Chocolate, uva, cebola, alho e abacate ficam de fora. Consulte o veterinário.

Ebook360 • • 7 min de leitura

Petiscos caseiros seguros para cães e gatos são feitos com poucos ingredientes simples, cozidos sem tempero e oferecidos em pequena quantidade. Ficam de fora chocolate, uva, cebola, alho, abacate, macadâmia e qualquer coisa com açúcar, sal ou adoçante em excesso. Como cada animal tem a sua saúde, vale conversar com o veterinário antes de incluir um alimento novo.

Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta com um médico veterinário. Animais com doenças, alergias, filhotes e idosos podem ter restrições específicas. Na dúvida sobre um alimento, pergunte ao veterinário antes de oferecer.

Petisco caseiro é mesmo seguro?

Pode ser, desde que você saiba o que está colocando na tigela. O risco não está em cozinhar em casa, e sim em copiar receitas de gente. Muitos ingredientes comuns na cozinha humana são tóxicos para cães e gatos, e o tutor bem-intencionado erra justamente aí.

Três regras ajudam a reduzir o perigo: usar poucos ingredientes, cozinhar sem temperos e oferecer o petisco como complemento. Uma referência frequentemente citada por veterinários é que os petiscos não devem ocupar a maior parte da alimentação diária, que continua vindo de uma dieta completa. A proporção exata varia com cada animal, então peça ao veterinário a quantidade adequada para o seu.

Quais ingredientes são permitidos para cães?

Para cães, muitos alimentos simples costumam ser bem aceitos quando bem preparados. Eis alguns exemplos que aparecem com frequência em orientações de alimentação natural:

Esta lista é um ponto de partida, não uma autorização geral. Um cão com alergia, com sobrepeso ou com doença renal ou digestiva pode precisar de restrições. O ebook Receitas Caninas: Alimentação Natural para Cães traz uma lista de alimentos permitidos e proibidos, trata de alergias alimentares e de armazenamento seguro, e reúne mais de 40 receitas, de refeições caseiras a petiscos.

Quais alimentos são proibidos para cães?

Alguns itens do dia a dia devem ficar longe do cão, mesmo em pouca quantidade. Entre os mais conhecidos estão:

Se o cão comer algum desses itens, ligue para um veterinário na hora, informando o que e quanto ele comeu. Não espere aparecerem sintomas.

E os gatos: o que podem comer?

Gatos têm necessidades diferentes das dos cães. São carnívoros e dependem de nutrientes que vêm principalmente de fontes animais, então não se pode tratar o gato como um cachorro pequeno. Por isso, receitas para os dois precisam ser pensadas separadamente.

Como petisco ocasional, costuma-se citar pequenos pedaços de frango ou peixe cozido, sem tempero, sem osso e sem espinha. Cebola, alho, chocolate, uva, café, álcool e xilitol também devem ser evitados para gatos. O leite de vaca, apesar da fama, pode causar desconforto digestivo em muitos gatos adultos. Confirme qualquer inclusão com o veterinário.

A maioria dos livros de comida natural para pets trata apenas de cães. O Sabor e Saúde: Receitas Naturais para Gatos e Cachorros atende as duas espécies, com receitas naturais para cães e para gatos, ingredientes de fácil acesso e preparos simples, e orientação para uma alimentação balanceada. A própria página avisa que o material não substitui a avaliação de um veterinário.

Como preparar petiscos com segurança?

A segurança começa na cozinha. Siga este passo a passo básico:

  1. Lave bem as mãos, os utensílios e os ingredientes.
  2. Escolha ingredientes frescos e confira cada um contra a lista de proibidos.
  3. Cozinhe sem sal, sem alho, sem cebola, sem açúcar e sem temperos prontos.
  4. Retire ossos, espinhas, sementes e cascas duras.
  5. Corte em pedaços pequenos, do tamanho adequado para o porte do animal, para evitar engasgo.
  6. Deixe esfriar por completo antes de servir.
  7. Guarde o que sobrar em pote fechado, na geladeira ou no freezer, e descarte o que ficar muito tempo guardado.

Na primeira vez que oferecer um alimento novo, dê uma quantidade mínima e observe por um dia. Vômito, diarreia, coceira ou apatia são sinais para parar e chamar o veterinário.

Como saber se o animal não aceitou bem o petisco?

Observe o comportamento nas horas seguintes. Fezes moles, vômito, coceira, vermelhidão na pele, barriga inchada ou recusa da comida normal indicam que algo não caiu bem. Anote o que foi oferecido e a quantidade, porque essa informação ajuda o veterinário a identificar a causa.

Também vale lembrar que cada animal reage de um jeito. Um ingrediente que funciona bem para um cão pode causar alergia em outro. Por isso, introduza um alimento novo de cada vez, nunca vários no mesmo dia, para saber qual deles causou a reação caso algo aconteça.

Quanto petisco pode dar por dia?

A quantidade depende do peso, da idade e do gasto de energia do animal. Petisco soma calorias e, quando passa do ponto, atrapalha o apetite e o peso. Uma prática simples é descontar o que foi oferecido em petiscos da refeição do dia, em vez de somar por cima.

Se o cão ou o gato está acima do peso, o veterinário pode indicar petiscos ainda menores ou pedaços de vegetais, como cenoura, no caso dos cães. Peça uma orientação personalizada em vez de seguir uma tabela genérica da internet.

Petisco como recompensa no adestramento

Petiscos pequenos funcionam bem para reforçar bons comportamentos. O Kit Manuais Educando Seu Cão com Amor apresenta o adestramento com reforço positivo e traz mais de 200 fotos de demonstração. Entre os bônus, a página cita um guia de receitas caseiras para o cão. Para esse uso, o ideal é preparar pedaços bem pequenos, para que a recompensa não vire uma refeição.

Se a ideia é trocar parte da ração por comida natural, o ebook Alimentação Natural para Cães traz receitas simples e orientações para montar uma dieta balanceada. Antes de mudar a rotina alimentar, leia o guia sobre como fazer a transição com segurança.

Onde aprender mais e quando procurar o veterinário

Quem quer ir além dos petiscos pode ler o guia comida caseira para cães e gatos: como fazer com segurança e conhecer os materiais da categoria ebooks de pets.

Procure o veterinário antes de começar quando o animal for filhote, idoso, tiver doença crônica, alergias ou fizer uso de medicação. E vá imediatamente se ele comer algo da lista de proibidos ou apresentar vômito, diarreia persistente, tremores ou muita sonolência depois de um petisco novo.

Perguntas frequentes

Que petiscos caseiros posso dar para meu cachorro?

Opções simples incluem cenoura, abóbora, batata-doce e frango cozido sem tempero, osso nem pele, em pedaços pequenos. Confirme com o veterinário o que é adequado para o seu cão e em que quantidade.

Gato pode comer petisco caseiro?

Pode, como complemento ocasional, desde que seja feito com ingredientes seguros, como frango cozido sem tempero e sem osso. Gatos têm necessidades próprias e devem ter receitas pensadas para eles, com orientação do veterinário.

Quais alimentos são tóxicos para cães e gatos?

Entre os mais conhecidos estão chocolate, uva e passas, cebola, alho, abacate, macadâmia, café, álcool e xilitol. Se o animal comer algum deles, procure um veterinário imediatamente.

Posso usar os mesmos petiscos para cães e gatos?

Nem sempre. Alguns ingredientes são seguros para os dois, mas as necessidades nutricionais são diferentes. Prefira receitas específicas para cada espécie e peça orientação veterinária.

Quantos petiscos posso dar por dia?

Depende do peso, da idade e da atividade do animal. Em geral, o petisco é um complemento e deve ser descontado da refeição do dia. O veterinário indica a quantidade certa para o seu animal.

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